Sindicato Rural e parceiros dão sequência ao Projeto de Mapeamento de Ocupação do Solo de Uberaba

 

O convênio que vai mapear as culturas de Uberaba foi fechado com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Campinas com o objetivo de obter o levantamento da safra por meio de imagens de satélite e de softwares para localização de áreas do município e identificação da cultura, permitindo que haja uma estimativa de produção e de produtividade.

O projeto que reúne Sindicato Rural de Uberaba, EMBRAPA, Secretaria de Desenvolvimento do Agronegócio (SAGRI), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) e Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), já coletou pontos de referências que foram analisados e colocados em um mapa.

Na primeira reunião, depois da interpretação dos dados de 1200 amostras da safra de verão, os analistas da Embrapa Gestão Territorial, Rafael Mingoti e André Farias, apresentaram a metodologia do Mapeamento de Ocupação do Solo e os resultados obtidos.

“Nesta primeira versão utilizamos dados de interpretação de quais culturas estavam presente nas imagens e algumas áreas se confundiram. A próxima fase e fazer uma avaliação ‘in-loco’ com a colaboração de técnicos da SAGRI e Emater que ajudarão a determinar se as culturas batem com as amostras, para que possamos corrigir as áreas que se misturaram e assim ter um trabalho mais correto possível.”, explicou o analista Rafael Mingoti.

Segundo o Luiz Carlos Saad, secretário municipal de Desenvolvimento do Agronegócio, o trabalho de georreferenciamento no campo será importante para o setor agropecuário de Uberaba.

“Esta parceria é fundamental para termos uma radiografia do que se produz em Uberaba e com as informações será possível planejar ações de governo para o futuro.” disse o secretário.

O presidente do SRU Romeu Borges Júnior ressaltou que o investimento foi feito pelo Sindicato Rural de Uberaba a pedido dos representantes da EMATER E SAGRI, Gustavo Laterza de Deus e Luiz Carlos Saad.

“Demandas como armazenagem, logística e segurança são melhores elaboradas quando se tem informações precisas, por isto, investimos neste projeto. Com as imagens espaciais teremos mais dados concretos para trabalhar em benefício de nossos associados e do setor.”, afirmou Romeu.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *